Na quinta-feira houve greve geral e cumprimos a tradição à risca. Para os sindicatos foi a maior greve de sempre à qual aderiram 359 milhões de trabalhadores. Vieram para cá trabalhadores do estrangeiro para não trabalhar na quinta-feira. Segundo o governo, fizeram greve 7 indivíduos. E dois deles estavam com gastroentrite, nem sequer queriam fazer greve. Comeram uns mexilhões que não estavam bons.
O mais incrível é esta greve geral estar a decorrer numa altura em que o primeiro-ministro prometeu aumentar o salário mínimo nacional para 1500 €. E mesmo assim os trabalhadores foram para a rua protestar. “Lá vou eu ter de comprar uma carteira maior.” Não há maneira de agradar a esta gente. Isto de prometer 1500 euros de salário mínimo nas vésperas de uma greve geral é aquele desespero dos pais quando os filhos se portam mal em Dezembro: “olha que o Pai Natal está a ver”
Na segunda parte, entrevista ao candidato Gouveia e Melo.

Regresso a 2021: Autárquicas ao ritmo de “música populista” e dúvidas na inoculação
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