Com Portugal a ir a banhos no primeiro verão com a covid-19 no ar, em maio de 2020 era importante "desincentivar a circulação aleatória em áreas ocupadas". Não era para andar na praia à balda, sem mapa ou noção prévia de qualquer movimentação. Podíamos ir ao snack-bar, mas não ao bar. O único sítio em que se podia beber vinho e ouvir música ao vivo era na missa. Já de camisa e gravata, Ricardo Araújo Pereira recebeu aquele que na altura era o presidente da Câmara de Lisboa que queria uma Baixa sem carros e que os residentes recebessem apenas até 10 visitantes por mês. Fernando Medina tinha pedido e o universo fez-lhe a vontade.

Regresso a 2021: “Até eu preparei atempadamente a festa do Sporting. Desliguei a televisão e deitei-me em posição fetal”
37:45

Regresso a 2021: “Era uma vez a incompetência de Eduardo Cabrita”
28:49

Regresso a 2021: "Não sei, não me lembro e não tenho presente": O homem que devia 550 milhões ao Novo Banco e não sabia o nome das suas próprias empresas
38:21