Com Portugal a ir a banhos no primeiro verão com a covid-19 no ar, em maio de 2020 era importante "desincentivar a circulação aleatória em áreas ocupadas". Não era para andar na praia à balda, sem mapa ou noção prévia de qualquer movimentação. Podíamos ir ao snack-bar, mas não ao bar. O único sítio em que se podia beber vinho e ouvir música ao vivo era na missa. Já de camisa e gravata, Ricardo Araújo Pereira recebeu aquele que na altura era o presidente da Câmara de Lisboa que queria uma Baixa sem carros e que os residentes recebessem apenas até 10 visitantes por mês. Fernando Medina tinha pedido e o universo fez-lhe a vontade.

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