Durante décadas foram os trabalhadores braçais, moços de recados, carregadores e aguadeiros da capital, substituindo em grande parte a mão de obra escravizada após o terramoto de 1755. Da imagem negativa do galego foi emergindo, aos poucos, uma geração de “lisboanos” cultos, ricos e prósperos. Neste episódio de Histórias de Lisboa, Miguel Franco de Andrade conversa com Carlos Pazos-Justo, professor da Universidade do Minho.

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