Entre eleições manipuladas na Rússia, drones sobre o Iémen e mísseis Patriot a custar meio bilião de dólares por salva, o mundo acorda para uma semana em que a guerra deixou de ser uma ameaça distante para se tornar uma equação de custos, alianças e sobrevivência. Trump telefona a Zelensky e marca encontro em Nova Iorque. A NATO publica um plano de 4.000 páginas para preparar civis para o conflito. Macron reúne todos os partidos — incluindo Le Pen — num bunker do Eliseu para os alertar sobre ataques russos a infraestruturas francesas. E em Donetsk, uma mãe que amaldiçoou a Rússia num vídeo viral aparece dias depois numa esquadra, subitamente convertida ao amor pelo Kremlin. Da Arménia ao Japão, da Polónia à Ucrânia, os tabuleiros de xadrez multiplicam-se — e as peças estão todas em movimento.

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