O Médio Oriente ferve com ameaças de retaliação iraniana contra os Estados Unidos, a China tenta costurar uma paz improvável na Ucrânia e a Rússia afunda — literalmente — noventa navios no Mar de Azov enquanto a sua população faz filas de horas por trinta litros de gasolina. Num mundo onde a imprevisibilidade se tornou a única certeza, analistas alertam que estamos a entrar numa fase de violência armada sem precedentes desde o fim da Guerra Fria.

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