Uma guerra que não se ganhou, um acordo que ainda não é paz e uma diplomacia obrigada a sobreviver ao ruído dos tweets. No Global, no Jornal Nacional da TVI, o memorando entre os Estados Unidos e o Irão foi lido como uma saída possível para um conflito sem solução militar, mas também como um texto cheio de silêncios: não resolve os mísseis balísticos, deixa de fora os proxies iranianos e faz do Líbano e do Estreito de Ormuz os lugares onde tudo pode voltar a arder. A análise de Paulo Portas passou ainda pelo Reino Unido de Andy Burnham, pela política portuguesa presa à reforma laboral e por duas leituras para tempos em que a guerra voltou a bater à porta.

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