Ex-ministros e dirigentes do governo de Jair Bolsonaro (PL) alegaram interesse em ir trabalhar na iniciativa privada e ganharam direito de receber salários extras por seis meses. Os pedidos foram submetidos à Comissão de Ética Pública (CEP) da Presidência ao final do governo Bolsonaro. Quando terminou o período de afastamento das funções públicas recebendo salário sem trabalhar, eles retornaram ao funcionalismo público.
Apesar do possível desvirtuamento do benefício da quarentena, não há, a princípio, ilegalidade nessas situações. Procurados, os servidores negam irregularidades.
Ricardo Corrêa analisa o assunto em conversa com Emanuel Bomfim e Leandro Cacossi.

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