De olho nos efeitos midiáticos que podem render frutos nesta ou na próxima eleição, que certamente serão marcadas pelo tema da segurança pública, as duas Casas do Congresso Nacional fingem enfrentar o problema com a aprovação de projetos sem tanto efeito prático. Medidas como a restrição das saidinhas de presos ou o reforço na Constituição da proibição do porte de drogas para consumo próprio, evidentemente, não vão resolver o problema. E podem até piorá-lo. O que realmente importa, que é uma melhora nos instrumentos para combater o crime organizado, enfrentando a lavagem de dinheiro e melhorando as ferramentas de inteligência, esses ficam em segundo plano.
Ricardo Corrêa comenta o assunto em conversa com Emanuel Bomfim e Leandro Cacossi.

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