



Mariana Abranches Pinto
Mariana Abranches Pinto foi, durante 20 anos, arquiteta paisagista. A filha, Nini, morreu com leucemia. Tinha 18 anos. É presidente da Compassio, associação que sonha a sociedade mais compassiva, com foco no fim de vida.

Alexandra Leitão
Jurista de formação, foi ministra, secretária de estado e líder parlamentar do PS. Casada e mãe de duas filhas, a antiga aluna de Marcelo Rebelo de Sousa fala sobre os desafios de ser mulher na vida política.

Adélia Carvalho
Foi a sua formação como educadora de infância que espoletou o gosto pelos livros. Em 2007, abriu a livraria Papa-Livros, no Porto. Também autora, é comissária do festival Escritaria, em Penafiel.

Manuel Luís Goucha
Faz televisão há quatro décadas e conquista o público com espontaneidade e humor. Precisa de cultura como do ar para respirar. Tem uma mão para o doce. É no Alentejo, longe da adrenalina do trabalho, que encontra paz.

Dino Alves
É o primeiro designer de moda a trabalhar com as Marchas de Lisboa. Formado em Pintura, não escolheu a moda, diz que foi a moda que o escolheu a ele. Uma inevitabilidade quando, aos 7 anos, já resgatava roupa em casa.

Cláudia Lucas Chéu
Poesia, contos, prosa poética, ensaios, crónicas, textos para teatro e argumentos são os meios da escrita onde se move. Escrita que usa também para um ativismo muito urgente e necessário. Dá aulas, é atriz e encenadora.

Diana Vilarinho
É fadista e o seu novo trabalho, Uma Carta Escrita, inspirou-se na sua avó e nas mulheres que, há poucas décadas, lutavam pela sobrevivência. Vive no Alentejo, canta em casas de fado e a maternidade mudou-a.

Bárbara Reis
Jornalista e ex-diretora do Público, decidiu aos 17 anos que queria escrever. A profissão levou-a a cenários de guerra, foi correspondente em Nova Iorque e, mais tarde, rumou a Timor, onde deu formação a jornalistas.

Conceição Calhau
"Engolir Sapos Engorda" é o novo livro de Conceição Calhau, professora catedrática e regente de Bioquímica Nutricional do curso de Medicina, que nos explica como o corpo paga muitas vezes o que a cabeça não processa.

Anabela
A sua carreira começou na música e seguiu pelo teatro musical. Aos 12 anos, já cantava fado. Aos 16, ganhava o Festival da Canção. Hoje, com quase 50, mantém o ar de menina, a voz inconfundível e a gentileza de sempre.