



Conceição Calhau
"Engolir Sapos Engorda" é o novo livro de Conceição Calhau, professora catedrática e regente de Bioquímica Nutricional do curso de Medicina, que nos explica como o corpo paga muitas vezes o que a cabeça não processa.

Anabela
A sua carreira começou na música e seguiu pelo teatro musical. Aos 12 anos, já cantava fado. Aos 16, ganhava o Festival da Canção. Hoje, com quase 50, mantém o ar de menina, a voz inconfundível e a gentileza de sempre.

Ricardo Ribeiro
A sua voz alcança vários mundos, tem um novo disco, "A Alma Só Está Bem Onde Não Cabe", que reúne muitos amigos e celebra a diversidade. Tem uma natureza inquieta, que encontra na música um lugar de celebração.

Cláudio Ramos
Cumpriu o sonho de criança para o qual tanto batalhou: ser apresentador do programa da manhã na televisão. As palavras são a sua profissão, também escreve. É no recato do Alentejo que se recentra e foge do ruído.

Ana Pérez-Quiroga
Angelita é a protagonista do filme que a filha quis eternizar: uma história que começa em Espanha, a caminho do exílio na União Soviética e que transforma o siléncio do sofrimento numa viagem visual.

Patrícia Reis
Jornalista há mais de 30 anos, é também na escrita de romances e biografias que faz o seu caminho. O romance "O lugar da incerteza" e a biografia "A última lição de Álvaro Siza Vieira" são os motes para esta conversa.

José Condessa
Cresceu no teatro amador e, apesar de todos os seus trabalhos internacionais em televisão, é ao teatro que quer sempre regressar. Ancorado na relação com a família, é amante de futebol e traz Nisa no coração.

Vitorino
A sua curiosidade levou-o muito cedo do seu Alentejo para conhecer o mundo e fugir da ditadura. O seu primeiro disco é de 1975, Semear Salsa ao Reguinho, que regravou agora, 50 anos depois, com amigos e a filha Rosa.

Carlão
Celebra os seus 50 anos e tem um novo disco: Quinta-Essência - 75/25. Foge da ribalta, mas usa a sua música para expressar a voz inconformada com a falta de justiça ou de integração. São as filhas a sua maior alegria.

Carlos Alberto Vidal
É um homem bom, que várias gerações reconhecem como avô. Começou no rock progressivo, mas foi como Avô Cantigas que se tornou um fenómeno de popularidade. Uma quase brincadeira, que viria a definir a sua carreira.