Pedro Pinto chega à entrevista no Facto Político com a polémica em torno da lei de financiamento dos partidos a fazer manchetes. O líder parlamentar do Chega garante que quer que “o processo seja mais transparente e evitar sanções aos partidos”, mas também deixa fugir um desabafo: “Não podemos perseguir pessoas por serem doadores do Chega”. Com uma semana sem que o governo consiga encontrar uma luz ao fundo do túnel para o pacote laboral, o Chega coloca-se já na posição da frente para dar a mão a Luís Montenegro. Avisa que “o governo ou fala com o PS ou fala com o Chega” para logo acrescentar que está “disponível para viabilizar o pacote laboral. Certamente que, como fizemos na Lei da Nacionalidade, iremos chegar a um consenso”. Na atualidade nacional, o Chega começa a marcar diferenças para os seus aliados. Primeiro, o derrotado Viktor Orbán: “As decisões de Orbán são decisões de Orbán, não são de André Ventura. O importante das eleições húngaras é que a esquerda desapareceu do Parlamento”. Segundo, o presidente americano: “Reconhecemos que Trump tem cometido erros”.

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