Quando Pedro Nuno Santos deixou o Partido Socialista em terceiro lugar na Assembleia da República e José Luís Carneiro decidiu avançar sozinho para a liderança do partido, Mariana Vieira da Silva pediu um período de reflexão. Esse período não existiu e seis meses depois das diretas a antiga ministra da Presidência constata que “reflexão não foi feita”, mas recusa candidatar-se. Em entrevista no Facto Político pede ao Secretário-Geral do partido para “virar a agulha para o Parlamento” e deixe de “mandar cartas”. Sobre se Carneiro deve disputar eleições legislativas, não descarta que aparece um socialista a fazer ao atual líder o que António Costa fez a António José Seguro: Carneiro deve ir a eleições, “a menos que o PS decida mudar de líder”.

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