Quando Pedro Nuno Santos deixou o Partido Socialista em terceiro lugar na Assembleia da República e José Luís Carneiro decidiu avançar sozinho para a liderança do partido, Mariana Vieira da Silva pediu um período de reflexão. Esse período não existiu e seis meses depois das diretas a antiga ministra da Presidência constata que “reflexão não foi feita”, mas recusa candidatar-se. Em entrevista no Facto Político pede ao Secretário-Geral do partido para “virar a agulha para o Parlamento” e deixe de “mandar cartas”. Sobre se Carneiro deve disputar eleições legislativas, não descarta que aparece um socialista a fazer ao atual líder o que António Costa fez a António José Seguro: Carneiro deve ir a eleições, “a menos que o PS decida mudar de líder”.

Castro Almeida admite que crescimento de 3,4% “é muito difícil”. Guerra e tempestades são entraves
35:55

Eduardo Cabrita: Número de imigrantes é “sinal de sucesso do país”
34:04

Secretário de Estado da Imigração: “Não está excluído voltarmos a aprovar perda de nacionalidade”
31:52