A tradição está nas ruas, nas nossas vidas, nos usos e costumes. E salta para a arena sempre que é contestada entrando em conflito com o novo, o moderno, o progresso. À maneira de Almada Negreiros, no seu “Manifesto Anti-Dantas”, de 1915, as palavras de ordem podem ser: “Basta, Pum! Basta!"

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