Um meteorito que era para cair em Castro Daire terá afinal caído no Atlântico. Pretexto para uma entrevista com Rui Agostinho, investigador do Instituto de Astrofísica.
A probabilidade de um meteorito deixar um rasto de destruição na Terra é diminuta, mas não deixa de ser real, confirma Rui Agostinho, investigador do Instituto de Astrofísica e Ciências do Espaço (IA), em entrevista ao podcast Futuro do Futuro.
Tanto na Terra como na Lua, os meteoritos continuam a cair com alguma regularidade. Rui Agostinho confirma que o risco de uma colisão de um corpo celeste maior “existe”, mas também lembra que “quanto maior for o objeto, menos provável” é esse tipo de choque.

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