Paulo Dimas, coordenador do Centro para a Inteligência Artificial Responsável, admite que as autoridades portuguesas poderão ter um raio de ação limitado no caso de surgirem campanhas de desinformação levadas a cabo por agentes de inteligência artificial durante as legislativas de março. “À escala portuguesa é muito difícil fazer o que quer que seja”, responde o responsável pela área da inovação da Unbabel, alertando ainda para o papel que as grandes plataformas como ChatGPT e Bard podem ter na opinião pública. “As nossas crianças, se quiserem aprender sobre o ditador António Salazar, aprendem segundo um alinhamento que foi definido pela OpenAI”. Ouça o novo episódio do Futuro do Futuro.

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