No dia 5 de fevereiro, Hugo Pinto Marques registou o nome para a posteridade como líder da equipa de cirurgia do Hospital Curry Cabral, em Lisboa, que realizou pela segunda vez na história da medicina um transplante de um fígado inteiro com a ajuda de um robô. A cirurgia apresentou vantagens notórias em termos de recuperação para o doente, mas o cirurgião do Curry Cabral também admite que há benefícios para quem faz a operação. O Diretor do Serviço de Cirurgia Geral e Transplantação da Unidade Local de Saúde de São José considera que não serão os robôs a resolver das listas de espera de cirurgias, mas admite que os autómatos garantem um acréscimo de precisão que nem sempre é possível obter em cirurgias convencionais. “Imagine a precisão de fazer, por exemplo, uma ligação entre duas veias ou duas artérias, a olhar para elas com 10 vezes a ampliação sem nenhum tipo de tremor ou nenhuma imprecisão do gesto”, descreve no podcast Futuro do Futuro

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