Hugo Costeira, presidente do Observatório de Segurança Interna (OSI), diz que é tempo de os vários organismos estatais deixarem de usar as aplicações de mensagens e comunicações encriptadas mais famosas. Neste episódio fala-se sobre espionagem, mas também sobre RGPD e metadados. No entender do presidente do OSI, a privacidade pode ter menos relevância que a proteção da vida humana. “O RGPD (Regulamento Geral de Proteção de Dados) sobrepõe-se a eu impedir um atentado terrorista onde vão morrer duas ou 2000 pessoas?”, sublinha. Ainda nas políticas seguidas pelo Estado para a área da segurança, o presidente do OSI deixa uma crítica ao processo que, alegadamente, levou à interdição dos equipamentos da Huawei das redes 5G dos operadores portugueses. “Não podemos interditar uma marca só porque é da China ou só porque é da Rússia” sublinha. Oiça aqui a entrevista ao Futuro do Futuro na íntegra.

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