Em Portugal há mais de 600 mil pessoas afetadas por doenças raras, mas o processo de análise e certificação continua a ser moroso. “Ño nosso país não temos um processo dedicado à avaliação dos medicamentos raros, o que faz com que levem muito mais tempo a serem a serem avaliados”, refere Carla Benedito, diretora geral da Takeda em Portugal, em entrevista ao Futuro do Futuro. A gestora alerta ainda para as mudanças no nosso habitat que levam ao aparecimento de novas doenças: "A própria Organização Mundial de Saúde diz que o maior risco para a saúde da humanidade nos próximos anos vem das alterações climáticas”

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