Do mesmo modo que permite criar ferramentas como o ChatGPT, que usa a estatística para a escolha das palavras mais adequadas para escrever um texto, a Inteligência Artificial Generativa permitiu que o jovem cientistas português Bernardo Almeida não só passasse a identificar mais rapidamente os “interruptores” que moldam a atividade de diferentes genes, como permite reescrever as sequências do genoma que se pretende alterar, para mudar um gene, e eventualmente tratar uma doença. Isto poderá abrir portas a um mundo dividido entre pessoas com capacidades sobre-humanas e outras que não têm o ADN alterado. Em entrevista ao Futuro do Futuro, o cientista diz que é necessária regulação e lembra o primeiro caso bem-sucedido que foi levado a cabo no Reino Unido. Oiça a entrevista completa.

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