Ana Paiva está convicta de que os robôs poderão atuar como “um motor de humanidade” quando fazem companhia a humanos solitários, mas também está ciente de que a Inteligência Artificial pode ter um lado perverso no comportamento das pessoas se for usada sem critério ou cuidado: “Tem de ser claro que é um chatbot, que aquilo é gerado por uma máquina, que não é um humano que está lá por trás”, avisa a cientista em entrevista ao Futuro do Futuro. Apesar de considerar importante preparar as crianças para o risco de manipulação, a investigadora especialista em robótica social recorda que os robôs ainda estão longe de preparar uma refeição ou sequer abrir uma maçaneta de uma porta. Oiça aqui a entrevista ao jornalista Hugo Séneca.

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