Alexandre Cabral, responsável pela contribuição portuguesa do Telescópio Extremamente Grande, que está em construção no Chile, mantém a expectativa quanto às boas-novas que um dia poderão chegar com os feixes de luz: “Para nós, não é só importante encontrar planetas que tenham indícios de vida, mas encontrar um planeta que seja idêntico à Terra”. Já antes do Telescópio Extremamente Grande, a contribuição portuguesa ajudou a fazer história com o VLT que, por enquanto, mantém o recorde de maior abertura ótica em operações. Em entrevista ao podcast O Futuro do Futuro, o cientista recorda que essa dimensão se deve "ao trabalho que os portugueses fizeram”.

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