O gestor garante que a banca portuguesa está hoje muito mais sólida e não vê riscos na rápida subida do crédito. Mantém atividade permanente, em vários países, mas com muito menos stress do que quando era CEO. E avisa que França pode ser um problema. Este episódio teve moderação de João Silvestre e João Vieira Pereira e contou com a participação de António Horta Osório. A edição esteve a cargo de João Martins.

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Carlos Gomes da Silva, ex-CEO da Galp: “Os EUA estão a dizer que o petróleo vai durar por muitos e bons anos”
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João Queirós, do banco Carregosa: “Estamos numa economia em K: há um bracinho superior que representa 20% ou 30% que compensa os outros 80% ou 70% que estão aflitos”
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