Nas palavras do comentador, “o primeiro-ministro, no seu discurso, fala em alívio fiscal total de 1,5 milhões face a 2023. Ora, se o alívio fiscal é face a 2023, tinha de incluir os 1,3 milhões decididos pelo Governo PS. Se se tratasse de somar 1,5 ao valor anterior, o país já não teria excedente. Voltaria a ter défice. E isso não podia suceder. Mas, se o Governo não mentiu, também é verdade que criou ambiguidade e não corrigiu a ambiguidade”. A polémica com Passos Coelho e o ataque a Israel pelo Irão foram outros temas em destaque.

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