Esta semana, o Governo exonerou a mesa da Santa Casa da Misericórdia. Isto fez cair a provedora Ana Jorge. O comunicado foi emitido pelo Ministério do Trabalho, mas até agora nem a ministra Ana Mendes Godinho, nem o próprio Luís Montenegro, vieram apresentar explicações. Luís Marques Mendes olha para o caso com grande seriedade e está crente de que nos próximos tempos vai haver uma espécie de “teste do algodão à credibilidade da Ministra e da decisão”, pois “se escolher um político ligado ao PSD ou ao CDS, não se livra da acusação que isto é um saneamento político”. Quanto a outros casos reveladores da prestação do Governo, como o IRS ou a forma como lidou com a proposta das ex-SCUT, o comentador está convencido de que é preciso mostrar sinais “de coragem e capacidade de decisão”, algo que, a seu ver, não estará a fazer: “Duas decisões em trinta dias é pouco, é preciso mais”. Programa emitido a 5 de maio, para ouvir em podcast.

"A estatura nunca o impediu de fazer grandes defesas". Amigos de Luís Marques Mendes recordam a sua paixão pelo futebol
04:28

Marques Mendes sobre Hernâni Dias: "Não é normal alguém criar sociedades depois de entrar para o Governo. Tem de haver um esclarecimento"
37:45

Marques Mendes: “Eu gostaria que todos os partidos, da direita à esquerda, fizessem pressão para que Miguel Arruda abandone o Parlamento”
36:52