É tempo de balanço. Luís Marques Mendes considera que a crise política que se seguiu à queda do Governo do Partido Socialista foi o grande facto político do ano: "Fez muito mais beneficiários do que vítimas. Agradou, em primeiro lugar, a Luís Montenegro, que ambicionava ser Primeiro-Ministro, agradou a Pedro Nuno Santos, que chegou a líder do PS, agradou a António Costa, que queria ser presidente do Concelho Europeu, agradou a Nuno Melo, que com a coligação voltou ao Parlamento, e finalmente André Ventura, que teve uma grande vitória, com 50 deputados". Oiça o programa em podcast

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