Donald Trump, que prometera evitar intervenções externas, surpreende ao autorizar uma operação militar na Venezuela, justificando-a como ação contra o narcoterrorismo. A operação remete à invasão do Panamá em 1989, quando os EUA capturaram Manuel Noriega, mostrando um padrão de intervenções cirúrgicas para capturar líderes considerados ameaças. A ação foi preparada com meses de antecedência, envolvendo possível colaboração interna venezuelana, motivada por recompensas milionárias. Nos EUA, a operação foi justificada por prerrogativas constitucionais e pela autorização pós-11 de setembro para combate ao terrorismo. No entanto, a ação unilateral viola princípios do direito internacional, especialmente a soberania venezuelana. A China, aliada de Maduro, protestou veementemente, mas não há indícios de envolvimento prévio. A Rússia, parceira estratégica da Venezuela, também desaprova, mas sem resposta militar direta.
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Leste/Oeste de Nuno Rogeiro
A análise de Nuno Rogeiro sobre os temas que marcam a atualidade internacional. Todos os domingos, …Social links
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