Num programa de análise geopolítica marcado pela atualidade internacional, o analista Nuno Rogeiro percorreu os principais focos de tensão global: o impasse no Golfo Pérsico, onde o Irão respondeu — de forma considerada insuficiente pelos EUA — à proposta de paz americana, transmitida através do Paquistão; os confrontos navais no Estreito de Ormuz, com ataques a contratorpedeiros americanos e a petroleiros iranianos; a guerra na Ucrânia, onde uma alegada trégua de três dias decretada por Moscovo foi violada com dezenas de ataques registados; e a Parada da Vitória russa, descrita como uma "mini parada" humilhante, sem aliados de relevo presentes e com a sombra de Prigojin a ressurgir nas ruas de São Petersburgo. Em paralelo, foram analisadas as movimentações da NATO na Europa, a crise política no Reino Unido com a ascensão do partido de Nigel Farage, o encontro entre Trump e Lula da Silva, e um surto viral a bordo de um navio de cruzeiro que a OMS garantiu não ser o início de uma nova pandemia.

A guerra não declarada no Golfo
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“Portugal tem de traçar um desígnio: garantir o regresso à diáspora”. Rogeiro sobre imigração, a segunda fase da guerra entre Irão/EUA e prevenção de catástrofes
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Quem quer a paz, prepara-se para a guerra?
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