Do Irão à Ásia, da Ucrânia à NATO, os sinais de uma nova realidade militar multiplicam-se e obrigam a repensar alianças, ameaças e estratégias de defesa, segundo Nuno Rogeiro, no Leste/Oeste em podcast. O funeral de Ali Khamenei transforma-se num acontecimento político, militar e geoestratégico de enorme significado para o Irão. Entre a presença de aliados e adversários, a participação de milícias pró-iranianas e os sinais enviados por países como a Arábia Saudita, a cerimónia revela muito sobre a posição de Teerão depois da guerra e sobre o futuro da chamada “frente de resistência”. No Pacífico, a China acelera a modernização militar e Taiwan prepara-se para um eventual cenário de conflito, enquanto Japão e Coreia do Sul reforçam as suas capacidades. Na Ucrânia, Kyiv intensifica os ataques em território russo e aposta numa “defesa activa”, enquanto Moscovo mantém a pressão. E, em Ancara, a NATO reúne-se para discutir o futuro da Aliança, a defesa aérea, a cooperação militar europeia e o reforço das capacidades dos seus membros. Portugal também está em foco, com novas capacidades para as Forças Armadas e uma participação crescente nos dispositivos da NATO. Ouça o Leste/Oeste de 27 de setembro.

A ronda de negociações à margem da ONU: Trump recebe Xi, Zelensky e, quiçá, o Presidente iraniano
20:24

“Moscovo sob fogo e o Mar Vermelho em brasa: o dia em que todas as guerras convergiram”
1:39:41

25 anos dos atentados às Torres Gémeas: O relatório que previu o 11 de Setembro foi silenciado?
1:39:44