No domingo há eleições. O país vai escolher o futuro Presidente da República, mesmo com um dos candidatos a dizer que “ninguém está com cabeça para votos”. Apesar do alarme, apenas três concelhos decidiram adiar a votação devido ao estado de calamidade. A campanha eleitoral foi atropelada pelo comboio de tempestades que se abateu sobre o país. Uma intempérie que lançou o debate sobre a prontidão e a capacidade de resposta do governo nas zonas mais afectadas. A ministra da Administração Interna diz que estamos todos a aprender. Resistirá, depois da tormenta, ao período de estágio?

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