O governo decretou luto nacional pela morte do Papa e decretou que a sua celebração do 25 de Abril pode esperar: Tony Carreira só actua na residência oficial do primeiro-ministro no primeiro de Maio. Voltará a haver dueto com Montenegro para os “Sonhos de Menino”? A morte do Papa revelou, a quem o desconhecia, duas realidades curiosas: os não-crentes que admiravam Francisco e os católicos que o detestavam. E ainda uma terceira, igualmente interessante: a daqueles que o detestaram e que vieram entretanto apontá-lo como exemplo depois de morto. O caso mais exuberante nesta última categoria é o do líder do terceiro maior partido português: um pobre morador numa casa de trinta metros quadrados, cuja área duplicou de um dia para o outro. O facto de se tratar de um condomínio de luxo, com piscina e segurança privada 24 horas por dia - como dizia alguém - “isso agora não interessa nada”. E uma pergunta sem malícia (sem muita, vá): ainda haverá alguma boa razão para as eleições de 18 de Maio? Digam de vossa justiça, votantes contrariados.

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