Ricardo Araújo Pereira fala sozinho sobre loucos e palhaços, passe o pleonasmo. Cita um autor brasileiro para o qual loucura é sensatez, e sensatez é loucura. Dedica algum tempo à etimologia da palavra delirar, pretendendo daí retirar uma conclusão interessante. Tal não se verifica. Lê uma passagem de um livro de um autor israelita na qual um humorista faz o pino. No fim, conversa com Pedro Mexia sobre as vantagens de ver o mundo de pernas para o ar.

“Ánimo, cabrones”
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Livros da semana: símios, Portugal profundo, fronteiras e um clássico brasileiro
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Sugestão de Verão: Carlos Vaz Marques, Ricardo Araújo Pereira e Jeremy Dauber sobre uma história muito séria [episódio em inglês]
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