Há quem procure na internet instruções para partir um braço. É uma forma de resistência à mobilização militar decretada por Putin. Enquanto isso, continua a haver na imprensa portuguesa figuras públicas a sugerir aos ucranianos - sem ironia - que se rendam para evitar o aumento do nosso custo de vista. Para lá da guerra, o governo português parece estar em apuros. Com a oposição? Não. Com as dificuldades de comunicação entre a economia e as finanças. E mesmo entre um ministro e um secretário de estado sob a sua tutela. Que não falte sentido de Estado, dir-se-á. Mas para isso cuidado com as redes sociais e com a mixórdia de política com futebol.

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