Haverá na guerra vitórias morais? Pode um agressor ser aceite depois do crime de subjugar o agredido? Será mais improvável um comediante tornar-se presidente ou um presidente civil ascender à categoria de herói militar? E em caso de devastação apocalíptica, quem ficará cá, além das baratas, para cobrar a aposta perdida por aqueles que garantem ser impossível o recurso ao arsenal nuclear? Tantas perguntas para tão poucas respostas, abrindo caminho ainda a outras inquietações; por exemplo: quem, aos olhos de Ricardo Araújo Pereira, estará a sofrer de miopia?

Delírios, opacidade e coisas espantosas
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Cabeça na lua, dedo não gatilho
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