No Festival literário Correntes d’Escritas, os tradutores também são autores e há agora uma antologia que os celebra: O Irresístivel Charme da Tradução. Saído do espólio de Paulo Tunhas, surge uma adenda inédita para alterar agora qualquer coisa: “Filosofia”. Há ainda tempo e espaço para uma biografia de Emílio Rui Vilar; e uma pequena volta a Portugal em bibliotecas.

Livros da semana: genocídio, verão quente, colonialismo e psicanálise
08:09

Estabilidade e “ménage à trois”
53:23

Guerra, alfinetadas e esquadras
52:15