Trump nem sequer leu até ao fim a resposta do Irão. A trégua na guerra está em “respiração assistida” e o mundo de respiração suspensa, à espera de um milagre que faça com que o petróleo volte a fluir pelo estreito de Ormuz, evitando um cenário de racionamento, um dia destes. Enquanto isso, Passos Coelho voltou a zurzir Montenegro, recusando as “histórias da carochinha” do João Ratão de São Bento. E o PCP voltou a ser zurzido por ter publicado, a propósito da morte de Carlos Brito, uma mensagem de ‘apesar’, uma espécie de voto de pesar contrariado. Tudo isto na semana em que o primeiro-ministro foi a Fátima acender uma velinha e em que o governo ainda espera um milagre para poder aprovar o pacote laboral.

A comédia, a claque e a escola dos lerdos
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“Ánimo, cabrones”
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