Foi uma espécie guerra de alecrim e manjerona, mas com cravos e rosas; a floricultura tomou conta do parlamento no 25 de Novembro. Em simultâneo, houve quem assinalasse os dez anos da geringonça: Pedro Nuno Santos ensaiou um meia-culpa. Na frente presidencial tivemos definições sui generis do conceito de sentido de Estado e um candidato incomodado com uma pergunta óbvia. Sócrates embaraçou Gouveia e Melo com o seu apoio e o governo indignou Sócrates com a nomeação do juiz Carlos Alexandre para vedor da corrupção no SNS. Enquanto isso, Trump e Putin voltaram a unir-se pela paz… do cemitério ucraniano.

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