Foi uma semana de intensa intriga política. Só com uma dedicação a tempo inteiro é possível seguir a par e passo os episódios da zaragata inxiunal, para citarmos o ainda primeiro-ministro, entre Belém e São Bento. Apanhada no furacão da intriga, a Procuradora-Geral da República quebrou finalmente o silêncio. Mas foi mais o que deixou por dizer do que aquilo que esclareceu. Enquanto isso, os socialistas, em campanha para a escolha de um novo líder, têm pelo menos o conforto de uma sondagem segundo a qual qualquer dos dois principais candidatos à liderança do PS tem condições para derrotar Montenegro e o PSD

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