Que a guerra não nos afaste dos assuntos domésticos comezinhos e candentes: o congresso em que o PS entrou a ameaçar romper com o PSD e de que saiu disponível para convergências com o Governo; o relatório de segurança interna, com números para todo o tipo de narrativas: um aumento alarmante das violações e uma diminuição clara da criminalidade violenta; os diferentes conselhos a Montenegro sobre a necessidade de reformas: com o Chega (Passos Coelho) ou sem o Chega (Cavaco); e a polémica da leitura obrigatória no secundário. Mas depois, inevitavelmente, há a guerra, com o aumento dos combustíveis e das prestações da casa, e o fluxo permanente de declarações de Trump, contradizendo-se a cada dia que passa. Como acompanhar a realidade se a realidade tropeça em si própria a todo o instante?

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