Pedro Nuno Santos esteve quase a despenhar-se, mas numa manobra in extremis, com uma confissão de culpa na praça pública, acabou por conseguir fazer uma aterragem de emergência. Continua no governo depois de o gabinete do primeiro-ministro ter feito constar que ou ele se demitia ou seria demitido. A animação segue dentro de momentos. Ao mesmo tempo, a discussão sobre o aborto, que nos Estados Unidos, move juizes do Supremo e personalidades de todos os quadrantes políticos, é protagonizada em Portugal por um empresário de suplementos alimentares em confronto com um grupo de influencers. É para a farsa ser completa, temos arte contemporânea marota em Santa Cruz da Trapa.

Petróleo, ordinarices e falta de macas
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Os livros da semana: ficção distópica, nazis, Freud e mitologia
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Palpites, desejos e pedidos
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