Treze segundos chegam e sobram para ser capaz de distinguir um agressor de um agredido, como o ministro dos Negócios Estrangeiros fez questão de dizer ao líder parlamentar do PCP. No programa que outrora teve oficialmente outro nome (e que ainda tem, para quem o segue, embora nós não possamos dizê-lo), a invasão da Ucrânia e a situação volátil no leste da Europa acorda fantasmas que a guerra fria parecia ter enterrado há muito. E torna a pequena política doméstica ainda mais pequena. Havemos de nos lembrar desta semana por muito anos.

A comédia, a claque e a escola dos lerdos
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“Ánimo, cabrones”
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