De “crise política” a Guiné-Bissau passou a um cenário social e político marcado por intromissões e perseguições que espelham a degradação da democracia. A Liga Guineense dos Direitos Humanos declara que a Guiné-Bissau se está a “tornar num país altamente perigoso” e outros comentadores defendem que a intervenção policial, que irrompeu pela sede do PAIGC, espalhando gás pimenta e agredindo os militantes, para impedir a realização do X Congresso, é sinal de que chegou ao fim “o multipartidarismo e a liberdade de os cidadãos se juntarem em associações representantes do Estado de direito”. Com o congresso do Partido Africano para a Independência da Guiné e Cabo Verde adiado para as calendas, Domingos Simões Pereira não desiste e diz que é este o momento mais importante para fazer oposição política.

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