Passados quinze dias do ataque perpetrado pelo Hamas a Israel, ainda se espera uma resposta mais musculada por parte do Estado judeu. Os sinais do que pode vir a acontecer já foram transmitidos e tudo indica que o pior ainda está por vir. A fronteira terrestre entre Gaza e o Egito não abre para a passagem de ajuda humanitária, apesar da presença, inclusive, de António Guterres. Contam-se os dias e as horas para que Israel dê início à sua escalada militar, o que poderá significar o rebentar do barril de pólvora em que se tornou a situação entre o mundo àrabe e o mundo judeu.

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