Por todo o país não há médicos para completar as escalas. Este fim de semana, quase 30 urgências não vão funcionar plenamente. Há uma nova ronda de negociações, mas a situação continua tensa e com um grande obstáculo: os médicos querem um aumento de 30%, mas o ministério mantém os 5%. Está na mão das Finanças, mas Fernando Medina teme que ceder aos médicos signifique abrir outras frentes de luta.

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