A primeira vez que Jorge Leitão Ramos entrou numa sala de cinema foi há 67 anos. No Monumental em Lisboa podiam sentar-se 2170 pessoas a ver o mesmo filme, à mesma hora, no mesmo local — que para o crítico de cinema do Expresso “parecia um palácio com aqueles vastos foyers de grandes lustres, mármores, esculturas e imensas carpetes.” Ele “queria estar ali, viver naquele lugar”. Agora que, de Braga a Tavira, se fecham multiplexes, conversamos com ele, para lembrar cinemas da Lisboa que já não existem, e com João Miguel Salvador para dar conta da realidade em que deixamos de ir ao cinema e passamos a receber o cinema em casa.

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