Políticos e jornalistas não deviam tratar uma sondagem como a antecipação fidedigna de um resultado que vai acontecer daí a um mês ou dois. Quando o fazem, falham. Mas quando as sondagens não são capazes de antecipar minimamente o que está para acontecer, então o falhanço pode ser do método usado. A melhor maneira de mudar alguma coisa é ter sentido crítico. Fomos à procura dessa conversa com Pedro Magalhães, investigador do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa

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