O plano de apoio às empresas foi apresentado como tendo um valor global de 1.400 milhões de euros, mas 42% desse valor é uma linha de crédito. A oposição critica a pouca ambição, mas as associações empresariais não são tão criticas e pedem celeridade nos apoios, maioritariamente destinados ao custo da energia. Neste episódio, conversamos com o jornalista Miguel Prado.

Volta a não haver pressa no PS, mas até parece que o tempo andou para trás
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Já é a inteligência artificial e os seus algoritmos que gerem as suas poupanças para a reforma
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David Dinis: “Veremos se o governo vai para as negociações no Parlamento mais disposto em ceder ao Chega do que esteve em ceder à UGT”
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