A investigação da Polícia Judiciária e do Ministério Público revelou a existência de uma lista onde estavam quase duas centenas de pessoas que o grupo de extrema-direita Movimento Armilar Lusitano (MAL) considera traidores. Ninguém foi avisado, porque as autoridades de investigação consideraram já não haver perigo, com o desmantelamento do MAL. Mas dois dos arguidos que fizeram a lista aguardam julgamento em liberdade.

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