Durante mais de dois séculos, centenas de milhares de bebés foram deixados, e não abandonados, na Roda de Lisboa. A roda era um cilindro oco de madeira onde se colocava o bebé; fazia-se girar o cilindro, tocava-se a sineta e, do outro lado da parede, o bebé era recolhido.
A Misericórdia guarda 90 mil objectos que acompanhavam essas crianças - medalhas, amuletos, sapatinhos, fotografias, tranças de cabelo - e, sobretudo bilhetes onde a mãe se despedida do bebé, bilhetes onde se deixavam pistas sobre de quem era filho, muitas vezes porque os pais manifestava a intenção de as procurar no futuro. É o maior acervo de mundo e está candidato a património da humanidade.
Joana Pereira Bastos e Raquel Moleiro são as autoras desta investigação e é com elas que conversamos neste episódio.

Europeus dizem não à chantagem de Trump, mas ele insiste
16:15

“Trump é muito dado a improvisos, é uma espécie de fezadas”, diz Bruno Cardoso Reis sobre o fim da guerra no Irão
15:34

Os Óscares vistos por quem sabe de cinema: Jorge Leitão Ramos e Rui Pedro Tendinha
29:15