Durante mais de dois séculos, centenas de milhares de bebés foram deixados, e não abandonados, na Roda de Lisboa. A roda era um cilindro oco de madeira onde se colocava o bebé; fazia-se girar o cilindro, tocava-se a sineta e, do outro lado da parede, o bebé era recolhido.
A Misericórdia guarda 90 mil objectos que acompanhavam essas crianças - medalhas, amuletos, sapatinhos, fotografias, tranças de cabelo - e, sobretudo bilhetes onde a mãe se despedida do bebé, bilhetes onde se deixavam pistas sobre de quem era filho, muitas vezes porque os pais manifestava a intenção de as procurar no futuro. É o maior acervo de mundo e está candidato a património da humanidade.
Joana Pereira Bastos e Raquel Moleiro são as autoras desta investigação e é com elas que conversamos neste episódio.

Passos diz que “o tempo está a esgotar-se” e lança agenda reformadora. Qual é a pressa?
13:55

“Estão a construir IA que pode matar-nos a todos em pouco anos”? Responde Bernardo Caldas
15:29

Cancelamentos podem levar ao fim do festival dos Commedia a La Carte e deixar Seinfeld a rir sozinho com o público
15:29