A urgência de levar electricidade às famílias e às empresas implica que se avance com soluções provisórias que, até por isso, podem implicar mais pequenas avarias e mais cortes temporários. Até este sábado, dia 14, a Eredes conta ter reposto o fornecimento a 98% dos clientes, mas depois disso é que vai começar a empreitada de tornar definitivas estas reparações. Por agora, há subestações a serem alimentadas por supergeradores a consumirem milhares de litros de combustível.
Vai demorar muitos meses e vai custar milhões de euros. A Eredes tem um investimento previsto de 470 milhões para este ano e a subir mais cerca de 100 milhões em cada ano seguinte, mas admite aumentar ainda mais esse investimento, se esse for o entendimento do regulador.
O Expresso da Manhã foi ver como estão os trabalhadores da Eredes e dos seus parceiros, ajudados por equipas que chegaram de Itália, Espanha, Irlanda e França, estão a repor a distribuição de energia. No fim dessa visita ao terreno, conversamos com José Ferrari Careto, o CEO da Eredes, na subestação de Andrinos, sobre as soluções que estão a ser encontradas.

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